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Uma estrutura própria. Produzir. Transformar. Controlar.

A capacidade de produção própria é parte integrante da estrutura da CJR. Ao longo da sua evolução, a empresa desenvolveu unidades dedicadas à produção e transformação de materiais, complementadas por laboratórios próprios.

 

Esta integração permite acompanhar diferentes etapas do processo com maior proximidade, articulando produção, conhecimento técnico e controlo dos materiais.

Uma estrutura própria.

Produzir. Transformar. Controlar.

Da matéria-prima ao desempenho.

01 — Produção 3
01 — Produção 4
01 — Produção 3
01 — Produção 1
01 — Produção 2

01 — Produção

Materiais preparados para diferentes aplicações.

 

Os centros de produção permitem produzir e transformar materiais destinados às diferentes áreas de atividade da CJR, reforçando a autonomia e o controlo sobre a produção.

02 — Transformação 4
02 — Transformação 3
02 — Transformação 2
02 — Transformação 1
02 — Transformação 2

02 — Transformação

Conhecimento aplicado a cada material.

 

A transformação dos materiais exige conhecimento técnico, processos controlados e capacidade para adaptar a produção às características e necessidades de cada intervenção.

03 — Laboratórios 9
03 — Laboratórios 8
03 — Laboratórios 9
03 — Laboratórios 5
03 — Laboratórios 1
03 — Laboratórios 1
03 — Laboratórios 6
03 — Laboratórios 2
03 — Laboratórios 4
03 — Laboratórios 3

03 — Laboratórios

Ensaios que apoiam cada decisão.

 

Os laboratórios próprios permitem caracterizar materiais e acompanhar o seu comportamento através de diferentes ensaios, apoiando o controlo e a tomada de decisão ao longo da execução.

Estrutura produtiva Quatro localizações. Uma estrutura integrada.

A CJR dispõe de uma estrutura própria distribuída por diferentes regiões do país, permitindo aproximar a produção das necessidades de cada intervenção. 

 

O QUE PRODUZIMOS (britagem e produção de agregados, misturas betuminosas a quente e a frio)

Sede CJR estrutura central e suporte às operações.

Centro de Produção Guimarães I produção e suporte à atividade de construção.

Plataforma Vale do Tejo produção e apoio à operação na região centro/sul.

Centro Operacional do Figueiral estrutura operacional e produtiva no Algarve.

Estrutura produtiva
Do material ao resultado. Caracterizar. Ensaiar. Controlar.

01 — CARACTERIZAÇÃO

Conhecer as propriedades dos materiais. A caracterização permite avaliar diferentes propriedades dos agregados e materiais, através de procedimentos como análise granulométrica, absorção de água, azul de metileno e índice de achatamento.

 

02 — ENSAIOS

Avaliar o comportamento dos materiais. Os laboratórios dispõem de equipamentos para diferentes ensaios, incluindo ensaios Marshall, compactação, CBR e desgaste Los Angeles, entre outros.

 

03 — CONTROLO

Acompanhar a qualidade ao longo do processo. O controlo laboratorial acompanha a produção e aplicação de agregados e misturas betuminosas, contribuindo para a avaliação dos materiais e para o apoio técnico às atividades de engenharia e construção.

Do material ao resultado.

Uma mistura. Vários parâmetros.

Um exemplo do trabalho desenvolvido nos laboratórios da CJR.

Caracterizar
Caracterizar
Caracterizar
Caracterizar
Caracterizar
Caracterizar
Caracterizar

Estudo de Marshall

CARACTERIZAÇÃO | Conhecer os componentes da mistura

Caracterização do betume e dos agregados utilizados, avaliando a sua natureza, proveniência e características granulométricas.

 

FORMULAÇÃO | Definir a composição da mistura

Formulação de uma mistura betuminosa AC 10 Surf 35/50, produzida a quente para aplicação em camada de desgaste.

 

ENSAIO MARSHALL | Avaliar o comportamento da mistura

Realização de ensaios Marshall para determinar parâmetros como baridade, força de rotura, deformação, porosidade e V.M.A.