Está dado o mote de lançamento da obra de Desnivelamento do Nó de Silvares

25 fevereiro 2020 / CJR

Foi assinado, no passado dia 19 de fevereiro o Auto de Consignação referente à obra do Desnivelamento do Nó de Silvares, entre a Cândido José Rodrigues e a Infraestruturas de Portugal, numa cerimónia que decorreu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães e que contou com a presença de Jaime Delgado, Diretor Executivo da Cândido José Rodrigues, José Serrano Gordo, vice-presidente do Conselho de Administração Executivo da Infraestruturas de Portugal, Domingos Bragança, Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Carlos Matos, Diretor Regional do Centro Operacional Norte IP e de Joaquim  Carvalho, Diretor de Obras Municipais da Câmara Municipal de Guimarães.

Foi assim lançada a primeira “pedra” para o arranque desta que é uma das mais aguardadas obras no concelho de Guimarães, ajudando a descongestionar o principal acesso à cidade de Guimarães. Uma obra muito significativa para a CJR SA pela sua importância para a melhoria de qualidade de vida dos vimaranenses e daqueles que todos os dias visitam a cidade berço, e o concelho, seja em lazer ou a trabalho.

Esta será a obra de arranque de um projeto de grandes dimensões e que terá um impacto tremendo no desenvolvimento da região, integrando a primeira fase do projeto da via Avepark que irá transformar a forma como os vimaranenses utilizam as vias de comunicação no centro do concelho.

Numa primeira abordagem a obra irá consistir, essencialmente, na colocação da devida sinalização rodoviária e na preparação dos desvios e condicionamentos de trânsito, não estando previstos grandes condicionalismos no tráfego, que nesta via é bastante intenso. A partir de março os utentes poderão contar com uma intensificação dos trabalhos com os meses de verão a serem os apontados para uma maior atividade.

Como ficou expresso no Auto de Consignação, nenhuma acessibilidade será cortada, sendo que, e segundo o plano de trabalhos, estarão sempre garantidas duas vias de entrada na rotunda, com exceção do acesso vindo do lado de Candoso S. Tiago, que manterá a única via existente.

A obra tem a duração prevista de um ano e a Cândido José Rodrigues tentará, sempre, ir ao encontro das necessidades dos utentes desta via, embora compreendendo que será impossível eliminar os transtornos que serão provocados pela intervenção, mas procurando minimizar o mais possível o impacto dos trabalhos nas rotinas da população, garantindo uma fluidez de tráfego regular e em segurança e com o menor impacto ambiental possível.

 

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